Carlos Priess
Publicado em 30/10/2008 às 10:27 - 214 exibições

O progresso brasileiro!

Para os que acompanham as bolsas de valores no mundo, se nos parece que apesar dos melhores indicadores que saíram a respeito da economia americana, nesta semana, ainda estamos em meio a um furacão, criado pelo fracasso dos banqueiros daquele país.O capitalismo belicista da era George W. Bush terá que passar por uma grande mudança, e a dúvida é sobre o efeito que ela terá no mundo, pois está mais que provado que a indústria da guerra, não dá certo. Muito mais para os países agredidos, é claro, mas também para os EE.UU. Trazendo efeitos para o restante do mundo, também, para o nosso país. Hitler afundou a Alemanha, no passado.

Mas, apesar desses desacertos, da pátria mãe do capitalismo, o Brasil, dirigido por um operário, entretanto, bem assessorado, vêm dando certo, para tristeza e mágoa da oposição burra e doentia.

Nunca o emprego foi tão farto. No ano passado, a Sadia contratou 4.000 funcionários. Informa-nos a Miriam Leitão, de O GLOBO, e que neste ano, pretende contratar outros 4.000. Na Fiat, foram 3.891 novos empregados, e tem planos de contratar mais 5.500 até 2010. A Peugeot-Citroën contratou, em 2007, 1.000 novos trabalhadores e este ano vai continuar contratando.

Tudo isso causa muito desconforto para a oposição, pois enquanto lá fora o tempo anda feio, aqui, num Governo Popular, mas com os pés no chão, estamos indo bem e progredindo. Os bancos americanos sofrendo crises horríveis, enquanto os brasileiros anunciam grandes lucros.

Nossa única e grande questão com a qual o Brasil se defronta é se o problema externo vai estragar este raro bom momento em que o país vive no mercado de trabalho, cujos indicadores publicados pelo IBGE, que foram divulgados, são todos bons.

Lideranças do mundo empresarial acreditam que o país continuará criando emprego, a indústria, um setor em que o emprego encolhera, vai continuar ampliando os empregos em algumas áreas começam a enfrentar escassez de mão-de-obra. Mas não é o caso da Sadia, por exemplo. Mas o noticiário é farto sobre a carência de mão de obra.

Precisamos de mão de obra especializada e para isso temos que aumentar o número de escolas, de cursos técnicos, melhorarem o número de graduados em todas as áreas. Aumentar espaços em escolas públicas e gratuitas, em todos os níveis.

Portos como Roterdam, Hamburgo, Navegantes/SC no Brasil e outros, os trabalhadores portuários são em sua maioria, graduados em engenharia mecânica, processamento de dados, logística e em todos os campos do saber. Vivemos o momento da força do conhecimento.

O crescimento tem ocorrido, também, por causa da exportação, o que, em 2007 ajudou a acelerar o mercado interno com um aumento sensível. Este ano, a safra agrícola será recorde, e deve aumentar em uns 5% o emprego. A indústria de alimentos emprega 1,3 milhão de pessoas.

Ocorreu igualmente, um aumento de consumo em outras áreas, como a indústria automobilística. A Volkswagen contratou 2.500 pessoas em 2007. A Fiat assinou um plano com o governo de Minas de contratação de 5.500 até 2010. No setor, sabe-se que há grande carência de engenheiros qualificados.

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Carlos Priess

CARLOS FERNANDO PRIESS é advogado e economista, tendo sido Diretor da Bradesco Seguros, onde trabalhou durante 30 anos. Tem especialização em Português Visão Discursiva, Docência do Ensino Superior, Reengenharia e Recursos Humanos, Mestrando em Direito Portuário, pela Univali de Itajaí, já com 74 anos de idade, em fase e elaboração da sua Dissertação. A margem de suas atividades profissionais, sempre colaborou com jornais de Santa Catarina. Atualmente é Diretor de Indústria e Comércio na Prefeitura de Itajaí.

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