da Redação
Publicado em 24/02/2010 às 18:33

Cristo Redentor mostrado em “2012″ gera pedido de indenização

A Arquidiocese do Rio cobra da Columbia Pictures o pagamento de uma indenização por uso indevido de imagens do Cristo Redentor no filme “2012″, que é destruído no longa de Roland Emmerich.

A informação é da reportagem assinada pela colunista Andréa Michael e pela repórter Fernanda Ezabella, publicada na Folha desta quarta-feira (24).

A íntegra da matéria está disponível para assinantes do jornal e do UOL.

De acordo com a reportagem, as negociações começaram em dezembro, um mês após o lançamento do filme no Brasil, e preveem também uma retratação pública por escrito da Columbia, disse Claudine Dutra, coordenadora do Departamento Jurídico da arquidiocese.

Cartaz brasileiro do filme “2012″, que traz imagem do Cristo Redentor sendo destruído

À reportagem, Rodrigo Saturnino Braga, diretor-geral da Columbia, confirmou o recebimento de uma notificação e disse que advogados do estúdio em Los Angeles estão cuidando do caso.

A arquidiocese não cobra pelo uso das imagens do Cristo, mas tem poder de veto sobre elas. “O Cristo é um símbolo religioso e deve ser preservado”, disse a advogada. Antes de gravar o filme, a Columbia consultou o grupo e o uso foi negado.

(do UOL Notícias)

( 1 ) » “Cristo Redentor mostrado em “2012″ gera pedido de indenização”

  1. Edilberto Lima:

    Se fosse possível consultar o próprio Cristo, o verdadeiro, tenho certeza de que Ele não se importaria com a exibição de sua imagem para a produçao do “2012″. A hipotética destruição das coisas humanas mostrada na fita, bem como as muitas catástrofes reais que se tem divulgado diariamente, quase todas decorrentes das agressões do homem ao seu planeta, devem servir de alerta e de estímulo para que cuidemos melhor de nossa casa.
    Não é desrespeitoso motrar a imagem do Cristo, ou qualquer outra com conotação religiosa, em ocasiões assim. Sacrilégio mesmo, é o que se tem aos pés daquele monumento… milhões de famintos, miseráveis, esquecidos, condenados e explorados pela indiferença humana e por “líderes” políticos e religiosos ávidos por $salvar alma$ e defender a moral cri$tã.

    Sou católico e respeito e preservo muito as caisas da fé humana, não importando sua denominação religiosa. Lembrem-se, se continuarmos nessa esclada de destruição, em poucas décadas pouca coisa restará de pé: todos os nossos símbolos deitarão por terra… e não háverá reza que chegue.

Comentário do Leitor